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sábado, 17 de setembro de 2016

Uma foto - um ícone e uma polêmica


Um beijo. O fim de uma Guerra Mundial. O Mundo em júbilo e um fotógrafo dá àquele momento a Eternidade que se espera. O que se tem depois é um ícone e a polêmica.

Durante os primeiros festejos pelo fim da II Guerra Mundial, um marinheiro vai ao encontro de uma enfermeira distraída na Times Square e aquele beijo vira História ao ser registrado pelo fotógrafo da Revista Life Alfted Eisensteadt.


A imagem torna-se icônica. clássica: a marca de uma época. O micro significando o macro. O casal significando o mundo. O que virá depois é a polêmica.

Se, aparentemente, tem-se uma imagem bela e suave, o que descobre-se na história por trás da foto é que nem tudo foram flores ou, sendo mais claro, nada ali foi tão suave quanto um beijo. O marinheiro George Mendonsa afirmou em muitas entrevistas que havia bebido um pouco além da conta e, ao ver a enfermeira Greta Zimmer Friedman, deixou sua companheira sozinha para dar-lhe aquele beijo. A enfermeira, por seu turno, salientou, sempre que perguntada, a surpresa do momento e que não queria ser beijada por um desconhecido.

O casal não se conhecia até aquele momento e não teve nenhum relacionamento depois dele. A enfermeira faleceu aos 92 anos, vítima de osteoporose e uma pneumonia fulminante, no último dia 07 de setembro. Mendonsa , aos 93 anos, é um pescador aposentado.

A análise desta foto é tão abrangente que vai da aparente suavidade do momento a agressividade real por trás do momento. A felicidade do fotógrafo em fazer o registro contrapõe-se ao acontecimento em si. A moldura dada pelas pessoas no entorno, dois marinheiros sorriem pela atitude do colega de farda enquanto uma senhora de branco ao fundo esboça um sorriso constrangido. Se havia dúvidas quanto ao inusitado da cena, esta moldura surge para dissipar.

Como se vê, nem sempre as coisas são aquilo que parecem.



Ulisses B. dos Santos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

A violência nossa de cada dia.

A violência sempre foi cotidiana, podendo estar presente em qualquer lugar, em qualquer relação social. Desde a violência doméstica que, muitas vezes, silencia a vítima deixando-a impotente até a violência nas ruas das cidades. Temos inúmeros exemplos de agressão: da verbal, moral, psicológica chegando, claro, na física muitas vezes, sumária. A diferença é que, hoje em dia, qualquer reação ganha contornos ilimitados por termos uma ferramenta inédita: a Internet. Por isso, devemos ter muito cuidado com o que se fala e/ou escreve por não se poder medir seu alcance.

Estamos sujeitos, qualquer um de nós, a situações que podem valer uma vida. Atos corriqueiros de outrora tornam-se verdadeiras aventuras cotidianas. Uma parcela significativa da sociedade estipulou-se um "toque de recolher" espontâneo: aqueles que podem recolhem-se às suas casas assim que a noite cai. Ninguém se permite vacilar. Acreditando que as agressões ocorrem apenas à noite. Ilusão.

Deixo aos outros o discurso fácil e oportunista que separa as pessoas entre "nós e "eles", os "de bem" e "os outros". Prefiro discutir porque chegamos a este ponto. Prefiro sair do argumento vazio e inócuo que apenas lamenta a penúria das forças de segurança estaduais sem afirmar porque elas encontram~se nesta condição.

Qual é a política do Governo do Estado para área?

Pessoas são assaltadas e mortas em qualquer lugar, em qualquer rua, em qualquer viela, de qualquer cidade, em qualquer bairro. Ao contrário do que muitos dizem, não há a distinção de classe quando o assunto é homicídio, latrocínio entre outras mazelas. Assaltos ocorrem em bairros ricos, pobres, classe média. Como já disse, não há distinção. Simplesmente há.

É, no mínimo, temerário desejar a morte das pessoas pela diferença de opinião. Isso tem nome e já foi política de Estado: Fascismo.

Devemos exigir políticas públicas efetivas  do Governo do Estado, depois de 2 anos de completa paralisia na área da segurança. A expressão "Política pública" pressupõe reposição - através de concursos públicos - de pessoal, uma vez que todos os anos grande parte do efetivo solicita ir para a reserva, aquisição de equipamentos (armas, coletes, munição, viaturas e também a modernização) para as forças de segurança.
                                                               autor: Bier

Sem mais,

Ulisses B. dos Santos
@prof_colorado

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Apenas um informe

Leitores e Leitoras!
A partir de agora serão excluídos comentários que não sejam assinados. Mesmo que o perfil seja "anônimo" do Google, o comentário deverá OBRIGATORIAMENTE ser assinado.
Uma razão pra esta exigência é que eu me exponho através dos artigos e não considero justo que os leitores e leitoras também não digam quem são.

Sem mais,

Ulisses B. dos Santos
@prof_colorado

sábado, 4 de junho de 2016

O ATO DE ESCREVER


“Escrever é fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca as ideias.”
Pablo Neruda

Escrever significa dispor ideias. Aquele que escreve, se faz disto um hábito, cria uma forma, um estilo. O estilo de escrever pode ir desde a simplicidade de expressões que qualquer leitor entende até o rebuscado palavrório que só os iniciados compreendem. Escrever passa pelo hábito de ler. Só escreve quem lê. A leitura dá, ao futuro profissional da palavra, a bagagem cultural necessária para alcançar o texto desejado.


Assim como em qualquer profissão, no jornalismo também tem-se um estilo que é o mais apropriado. O Manual de Redação nos mostra que devemos ser simples, sem sermos simplórios e, ao mesmo tempo, claros e objetivos. Se, à estas características, somarmos ritmo teremos o texto ideal.

Boas leituras.

Ulisses B. dos Santos
@prof_colorado

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Novidade.

A partir de agora agiremos em duas frentes:
aqui no blog e no fanpage https://www.facebook.com/OPontoForaDaCurva/

Acessem por aqui e curtam a fanpage.

Abraços,

Ulisses B. dos Santos
@prof_colorado